Always you
Você tem o direito de falar o que pensa, mas não tem o direito de julgar quem não conhece. Liberdade de expressão é um direito de todos, porém em vez de falar mal das pessoas, faça algo que preste, conheça essa pessoa primeiro.
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Eu me sentia como se estivesse em um grande precipício, sem ninguém para me segurar. Ninguém que se importasse ou que percebesse.

Titanic.  
teste
lalala

teste

lalala

Sou a favor das cotas raciais e econômicas sim! Não é querer beneficiar ninguém, ou roubar a vaga de alguém. Sou a favor da oportunidade. E é isso que quero! Como todos sabem, ou deveriam de saber, há ainda hoje no Brasil preconceito por ser negro, e por ter uma renda considerada baixa. Quem conhece colégio publico, e estuda em um, sabe como é precário o ensino. Sabe o quanto é difícil você sair d
O ensino médio sabendo alguma coisa. Até porque, o que aprendemos hoje ainda, não é o suficiente pra podermos dizer “estou pronto” ou “tenho condições o suficiente pra encarar o Enem.” Mas há sim, pessoas no colégio publico que não estudam, que não estão nem aí pro futuro, não é essas pessoas que estou defendendo. Estou defendendo pessoas que batalham todos os dias pra estarem em uma sala de aula, ficam dentro de uma sala durante 12 anos, e quando saem do “sistema” simplesmente podem dizer, sem pestanejar.. “eu não me lembro de nada do que aprendi.” É nessas pessoas em que me baseio. Até porque, essas pessoas que não estão nem aí pro futuro, muitos param de estudar, e outros não conseguem somar pontos o suficiente para garantir uma bolsa. E questão das cotas de negros então? Muitos são contras, mas eu sou a favor. Sabe o quanto é difícil ser negro aqui no Brasil? O quanto de preconceito que passamos todos os dias? Não! A maioria não sabe, porque nunca esteve na pele de um negro. Tenho exemplo dentro de casa do que é sofrer preconceito todos os dias. Ah, mas o que isso tem haver com faculdade? Tudo, tudo haver. Todo mundo sabe que pra conseguir um bom emprego não basta ter ensino médio completo, precisa de um ensino superior completo. E como vamos ter se não temos oportunidade? Ah, mas vem aquela outra história de que todo mundo tem capacidade de entrar na faculdade, de que todo mundo nasceu com um cérebro pra pensar, e estudar. Sim, temos capacidade, temos sim! Mas e a oportunidade? Cadê a nossa oportunidade de poder provar que somos capazes? E sim, boa parte da culpa disso é do governo. Mas o que o governo tem haver com isso? Tudo, tudo haver. Se nós do ensino publico tivéssemos a mesma base que os alunos dos colégios particulares, não precisaríamos de cotas para poder entrar em uma faculdade. Se o nosso ensino fosse tão “bom” como muitos pensam que é, ou pensam que estou dizendo alguma mentira, não necessitaríamos de nos matar pra fazer cursinhos para tentar tirar uma nota razoável no enem. Mas sabe o que o cúmulo dos discursos que vemos por aí? Que somos todos iguais! Não, nós não somos iguais. A partir do momento em que somos separados pela cor, pela classe social, nos tornamos diferentes. E sim, somos iguais perante a lei, mas sabe o que acho? Isso é muito bom no papel, mas como vemos por aí, somos colocados em vitrines e separados pelo que temos pra oferecer e não pelo que somos. Bom, eu poderia citar mil e uma situações que passei por ser negra, e estudar em colégio publico. Mas não preciso, é só ligar a TV e ver nos jornais o que passamos todos os dias. Para sermos “iguais” ou “igualados” precisamos estar no mesmo nível. E o que acontece hoje em dia? O contrário! A partir do momento em nos derem a OPORTUNIDADE de poder estudar, com dignidade, poderemos dizer “somos todos iguais, e não necessitamos de cotas raciais e econômicas mais!”.

Objetivar, sou a favor.   (via objetivar)

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.

Carlos Drummond de Andrade (via sabedorias)
Sandálias da Barbie viraram crocs. Rouge, Backstreet Boys e Felipe Dylon viraram Restart. Tamagoshi virou um iPhone. Beijar na boca e falar de sexo, agora é uma coisa natural para crianças de nove anos. Meninas de oito fazem progressiva e pintam o cabelo. Ao invés de assistirem TV Globinho e Nickelodeon, as crianças vão pra internet. Meninos e meninas não tem nojo entre si, eles se agarram como se tivessem 16 anos de idade. Coisas que eu só fui entender quando eu tinha 12 anos, crianças de 7 entendem na maior naturalidade. Eu pulava corda, brincava de pique-pega, pique tudo que vinha à mente. Não sabia coisa de gente grande, e tenho a maior felicidade de dizer que minha infância foi muito melhor do que a dessas crianças vai ser algum dia.